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Wednesday, 18 December 2013

No ano das biografias, uma está estourando: não é autorizada

observ imprensa
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed777_no_ano_das_biografias_uma_esta_estourando__nao_e_autorizada


‘ZELOTA’, DE REZA ASLAN

No ano das biografias, uma está estourando: não é autorizada

Por Alberto Dines em 17/12/2013 na edição 777
 
Das milhares de figuras humanas que saltam das páginas do Velho e do Novo Testamento, a que desperta maior curiosidade e fascinação é a do Nazareno, Ioshua, conhecido pelos romanos como Iesu, justamente porque é apresentado como Filho de Deus.
Abrahão, o patriarca, o líder Moisés e as dezenas de profetas, maiores e menores, ouviam as advertências divinas, levavam-nas aos governantes e ao povo, mas a nenhum deles atribuíram-se poderes sobrenaturais (mesmo Elias levado para o céu em carruagem de fogo).
A busca do Jesus Histórico é quase tão antiga quanto os relatos sobre o Jesus Teológico. Logo no início do seu evangelho (o penúltimo a ser escrito), num pequeno prefácio – quase um lead – Lucas atesta que obteve as informações de testemunhas que presenciaram os fatos e assume que procurou informar-se minuciosamente de tudo, desde o princípio (Lucas, 1;1-4).
Reza Aslan, historiador americano, especialista em ciência das religiões, nascido no Irã e formado em Harvard, desmonta o relato biográfico de Lucas e dos demais evangelistas, também a carta de Tiago, irmão e sucessor de Jesus, e as 14 epístolas do apóstolo Paulo num livro-reportagem de 300 páginas apaixonantes e que está causando furor nos Estados Unidos.
Historiador e biógrafo
Zelota, a vida e a época de Jesus de Nazaré (recém-lançado no Brasil pela Editora Zahar) está há semanas na lista dos best-sellers dos EUA. Parte deste furor foi causado pela repercussão da entrevista em que a apresentadora Laureen Green, da hiperreacionária Fox News, tentou desqualificar o extraordinário trabalho investigativo de Aslan só pelo fato de que sua família é muçulmana secular (ver aqui).
Mme. Green sequer leu o release da editora americana, Random House, ou um resumo da obra. Não lhe disseram que Zelota é uma obra ostensivamente filossemita, nacionalista e “sionista”, violentamente antirromana, admirável recuperação do messianismo judaico na Terra Santa que os primeiros cristãos preferiram ignorar para que Roma não descarregasse sobre eles o mesmo ódio que a levou a arrasar Jerusalém e massacrar a maior parte dos seus habitantes como castigo pelo levante do ano 70 d.C.
A reconstrução histórica magistralmente narrada por Aslan nada tem de iconoclasta. Não quer destruir a fé, oferece pontes, tenta somar. Seu objetivo não é político, ideológico ou religioso. Não está a serviço de nenhuma seita ou facção, a não ser a daqueles que se engajaram na tarefa de desencavar os fatos.
Aslan parte do pressuposto que o Jesus Bíblico existe há dois mil anos e jamais será abandonado. Sua paixão está dirigida à forma de buscar um relato alternativo, complementar, humano. Portanto, humanista. É o jornalista que oferece ao leitor duas versões e deixa que ele próprio faça as escolhas.
Aos 41 anos, com um completo domínio das Escrituras Sagradas e do formidável acervo de pesquisas acumulados desde o Iluminismo (um dos primeiros pesquisadores modernos foi o alemão Reimarus, 1694-1768), suas fontes são as mais atualizadas (a bibliografia é impressionante).
Não revela novos documentos nem anuncia descobertas arqueológicas, tudo o que descreve é conhecido. Sua maestria está na capacidade de articular, comparar, adensar e, sobretudo, despojar-se de preconceitos. E justamente por isso, um dos seus colaboradores mais presentes é o historiador judeu, depois cidadão romano, Flávius Josephus (37 d.C.-100 d.C.), que chefiou uma das revoltas dos patriotas judeus na Galileia, escapou do cerco da fortaleza de Massada sem suicidar-se e depois foi perdoado pelo futuro imperador Vespasiano.
Testemunha privilegiada, observador atento e descompromissado, Josephus teve contra ele o fato de buscar a isenção: os romanos o viam como judeu, os judeus o consideravam perjuro, simpático ao cristianismo, os cristãos mantiveram-no sob suspeição porque continuou judeu observante.
Reza Aslan não teve problemas em resgatar Josephus do ostracismo porque como historiador e biógrafo está comprometido unicamente com a busca da verdade.
Alvo seletivo
Buscar a verdade em matéria religiosa é complicado. Mesmo na esfera racional da ciência das religiões. A edição brasileira de “Zelota” está sendo bem recebida. Mas a recepção é visivelmente cautelosa. Nossa imprensa não se sente à vontade em ambientes secularistas. Em matéria de biografias de santos, prefere as autorizadas.
Há exatos 40 anos, este observador foi malhado furiosamente pelo pensador Gustavo Corção (1896-1978) por conta de um texto sobre Jesus histórico publicado na edição natalina do Jornal do Brasil, de autoria de Albert Schweitzer (1875-1965, teólogo, músico, médico e humanista franco-alemão). Corção não teve coragem de investir contra Schweitzer, Nobel da Paz, preferiu investir contra o jornalista que teve a ousadia de publicar um estudo psicológico do Nazareno.

Monday, 1 April 2013

cronologia dos protestos estudantis de 68

folha uol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u397160.shtml


Veja cronologia das manifestações estudantis na Europa em 68

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da Folha Online
O ano de 1968 foi de revoltas no mundo todo. A juventude ansiava por liberdade, rejeitando a ordem estabelecida e a sociedade de consumo. Na Europa, o Maio de 1968 francês ficou conhecido como o "símbolo" de uma revolta juvenil que se espalhou por vários países--entre eles Alemanha, ex-Tchecoslováquia, Itália e Polônia.
Veja cronologia das manifestações ocorridas na Europa em 68:
Arte Folha Online
Fontes Folha de S. Paulo e France Presse

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Veja a cronologia dos protestos estudantis de 68 nas Américas

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da Folha Online
O ano de 1968 foi o ápice do movimento estudantil na América Latina, mas os protestos na região também foram motivados pela luta contra o subdesenvolvimento econômico e as ditaduras militares, além da atmosfera de contestação cultural que estava presente no mundo na época.
Veja a cronologia dos protestos no Brasil e nas Américas:
Arte Folha Online
Fontes Folha de S. Paulo e France Presse


Conheça alguns dos principais conflitos ocorridos no mundo em 1968

folha uol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396744.shtml


Conheça alguns dos principais conflitos ocorridos no mundo em 1968

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da France Presse
Colaboração para a Folha Online
O ano de 1968 foi de revoltas no mundo todo. A juventude ansiava por mais liberdade, rejeitando a ordem estabelecida e a sociedade de consumo. Veja alguns dos principais conflitos ocorridos em 68:
Janeiro: Ofensiva do Tet (Vietnã)
As forças norte-vietnamitas atacavam centenas de cidades do sul, entre elas Hue e Saigon. A ofensiva surpresa, que causou comoção na opinião pública americana e desacreditou o governo do presidente Lyndon Johnson (1963-1969), mostrou que uma guerrilha poderia desafiar o até mesmo o poderio bélico dos EUA.
22.mar.1968 - Efe
O "Movimento 22 de Março" é o precursor da revolta estudantil que paralizou a França
O "Movimento 22 de Março" é o precursor da revolta estudantil que paralizou a França
Março: Nanterre se agita (França)
Estudantes liderados por Daniel Cohn-Bendit ocuparam a torre administrativa da Universidade de Nanterre e criaram o Movimento 22 de Março.
Abril: Assassinato de Martin Luther King (EUA)
Ativista contra a segregação racial nos EUA, o pastor negro e Prêmio Nobel da Paz em 1964 foi assassinado no dia 4 por um segregacionista branco em Memphis (Tennessee). Os distúrbios que se seguiram atingiram as grandes cidades americanas, entre elas Washington. Pouco tempo depois, o presidente americano Johnson assinaria a lei dos direitos cívicos, proposta por King.
Maio: A insurreição parisiense (França)
28.ago.1963 - AP
Reverendo Martin Luther King Jr. durante discurso "Eu tenho um sonho",em Washington (EUA)
Martin Luther King Jr. durante discurso "Eu tenho um sonho"
A agitação universitária se transformava em insurreição na madrugada de 10 de maio, com barricadas e incêndios de viaturas policiais no bairro latino Quartier Latin. Uma greve geral lançada no dia 13 do mesmo mês paralisa o país. Desconcertado a princípio, o governo se recupera e organiza, no dia 30, uma enorme manifestação de apoio ao presidente Charles de Gaulle, que declara: "Não sairei". Em julho, De Gaulle vence as eleições legislativas e se fortalece.
Enquanto a agitação causada pelos protestos contra a Guerra do Vietnã (1959-1975) se instala nos campi norte-americanos, o maio parisiense se estende a países como a Itália, a Alemanha, o Brasil, a Turquia e o Japão.
Junho: Um segundo Kennedy assassinado (EUA)
No dia 5 de junho, na noite de sua vitória nas primárias democratas da Califórnia, o senador Robert Kennedy, o Bobby, irmão mais novo do ex-presidente John F. Kennedy (1961-1963), assassinado em 1963, recebe vários tiros à queima-roupa disparados pelo palestino Sirhan Sirhan, e morre no dia seguinte.
Julho: Fome em Biafra (Nigéria)
Tragicamente famosa pelas imagens da fome difundidas pela mídia na época, a Guerra de Biafra, iniciada em 1967 pela luta separatista dessa região do leste da Nigéria, desencadeia um movimento humanitário internacional.
Reuters
Exército mexicano reprime protesto de estudantes em Tlatelolco, Cidade do México
Exército mexicano reprime protesto de estudantes em Tlatelolco, Cidade do México
Agosto: Repressão à Primavera de Praga (Tchecoslováquia)
Nomeado secretário do Partido Comunista tcheco em janeiro, Alexander Dubcek instaura a experiência original do "socialismo com face humana" e liberaliza o regime, algo inaceitável para Moscou, que, no dia 21, envia os tanques do Pacto de Varsóvia (aliança militar dos países do Leste Europeu) para reprimir os anseios por democracia.
Outubro: Massacre no México
Entre 200 e 300 estudantes mexicanos que realizavam protestos morrem após serem atacados pelas forças de ordem, no dia 2 de maio, na praça das Três Culturas, na Cidade do México. O massacre ocorre dez dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos, quando, diante das câmeras de TV do mundo todo, dois atletas afro-americanos sobem ao pódio com os punhos erguidos com luvas negras, uma saudação do grupo de defesa dos direitos civis aos negros Panteras Negras.

Entenda o Maio de 68 francês

folha uol
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396741.shtml


Entenda o Maio de 68 francês

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ÉBANO PIACENTINI
Colaboração para a Folha Online
Em Maio de 68, a França concentrou em um mês as transformações sociais de uma década que já ocorriam nos Estados Unidos e em países da Europa e da América Latina.
Em 30 dias, os estudantes criaram barricadas, formando verdadeiras trincheiras de guerra nas ruas de Paris para confrontar a polícia. Mais do que isso, os jovens tiveram idéias e criaram frases tidas como as mais "ousadas" da segunda metade do século 20.
Em discursos nas ruas e nas universidades, em cartazes e muros, os estudantes franceses deixaram as salas de aula e se mobilizaram para dar a seus professores, pais e avós, e às instituições e ao governo "lições" sobre os "novos tempos, a liberdade e a rebeldia".
Efe
BER04. BERL N (ALEMANIA), 30/01/08.- Una de las fotografóas que aparece en la exposiciún "Berlón: Foco del 68", en la que, con motivo del cuarenta aniversario del movimiento estudiantil contestatario de "Mayo del 68", vuelve la vista atrÆs para repasar aquellos convulsos meses de enfrentamientos contra el orden establecido. EFE/G¸nter Zint ***SOLO USO EDITORIAL***
Estudantes fazem barricada na França
"O que queremos, de fato, é que as idéias voltem a ser perigosas", diziam os integrantes do grupo de intelectuais de esquerda chamado de "Internacional Situacionista", entre os quais o mais destacado foi Guy Debord.
A França dos anos de 1960, sob o comando do general Charles De Gaulle, era uma sociedade culturalmente conservadora e fechada, vivendo ainda o reflexo das perdas sofridas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Nas escolas francesas, as crianças eram disciplinadas com rigidez. As mulheres francesas tinham o costume de pedir autorização aos maridos para expressarem uma opinião, e a homossexualidade era diagnosticada pelos médicos como uma doença.
O Maio de 68 mudou profundamente as relações entre raças, sexos e gerações na França, e, em seguida, no restante da Europa. No decorrer das décadas, as manifestações ajudaram o Ocidente a fundar idéias como as das liberdades civis democráticas, dos direitos das minorias, e da igualdade entre homens e mulheres, brancos e negros e heterossexuais e homossexuais.
O Maio francês rapidamente repercutiu em vários países da Europa e do mundo, de uma forma direta e imediata. As ocupações de universidades se multiplicaram a partir da França, e ocorreu a expansão das mobilizações entre os trabalhadores europeus e latino-americanos, em muitos casos em aliança com os estudantes.
Ocupações e Barricadas
Efe
MAY109. PAR S (FRANCIA), 23/04/08.- Foto de archivo cedida por el Museo de la prefectura de la Policóa parisina que muestra los disturbios de mayo del '68 en Parós, Francia. Parós fue escenario de enfrentamientos de estudiantes y trabajadores con los miembros de la policóa durante la huelga general que llevú al gobierno al borde del colapso. EFE/Museo de la prefectura de la Policóa parisina ***S"LO USO EDITORIAL***
Rua de Paris, onde jovens arrancaram o calçamento para formar barricadas
O movimento francês teve início na Universidade de Nanterre, nos arredores de Paris, que foi cercada no final de abril por estudantes liderados por Daniel Cohn-Bendit. O protesto dos estudantes logo se dirigiu à capital.
Em 5 de maio, cerca de 10 mil estudantes entraram em choque com policiais no bairro laitino Quartier Latin, em Paris, em um protesto contra o fechamento de outra universidade francesa, a Sorbonne, em Paris.
Em seguida, em 10 de maio, ocorre a Noite das Barricadas, quando 20 mil estudantes enfrentaram a polícia nas universidades e ruas de Paris.
No dia 13, estudantes e trabalhadores franceses unificam seus movimentos e decretam uma greve geral de 24 horas em Paris, em protesto contra as políticas trabalhista e educacional do governo do general De Gaule.
No dia 20, a mobilização atinge seu auge: Paris amanhece sem metrô, ônibus, telefones e outros serviços. Cerca de 6 milhões de grevistas ocupam as 300 fábricas da França.
A Universidade de Sorbonne, ocupada pelos estudantes, começa uma outra batalha, em que as maiores "armas" foram as palavras. Surgiram frases que expressavam a política "libertária" desejada pelos jovens universitários: "A imaginação ao poder", "É proibido proibir", "Abaixo a universidade" e "Abaixo a sociedade espetacular mercantil".
Mundo
É difícil precisar quais acontecimentos e protestos em outros países foram conseqüência direta do maio francês. Na Europa, Espanha, Alemanha Ocidental e Itália já viviam dias de conflitos em universidades desde o início do ano de 1968. Na Alemanha, por exemplo, uma tentativa de assassinato, em 11 de abril, do líder estudantil Rudi Dutschke aumentou a tensão em Berlim, e a revolta se espalhou por dezenas de cidades.
No entanto, após a explosão do maio francês, os conflitos se intensificaram.
A Universidade de Madri, na Espanha, foi fechada pelo governo no fim do mês de maio. A polícia reprimiu violentamente estudantes e operários.
Efe
BER02. BERL N (ALEMANIA), 30/01/08.- Una de las fotografóas que aparece en la exposiciún "Berlón: Foco del 68", en la que, con motivo del cuarenta aniversario del movimiento estudiantil contestatario de "Mayo del 68", vuelve la vista atrÆs para repasar aquellos convulsos meses de enfrentamientos contra el orden establecido. EFE/G¸nter Zint ***SOLO USO EDITORIAL***
Alemães protestam em passeata na capital
Na Universidade de Frankfurt (Alemanha), estudantes da esquerda e da direita entraram em choque. Em Milão (Itália), já em junho, estudantes tomaram a sede de um jornal, impedindo sua circulação.
A juventude de países do Leste Europeu como Polônia, Tchecoslováquia e Iugoslávia, por sua vez, protestava pelo afrouxamento do comunismo de influência soviética, para eles, demasiado "rígido e burocrático".
Na Iugoslávia, 20 mil estudantes tentaram ocupar as universidades do país em junho.
Na Polônia, intelectuais e estudantes protestaram, em março, contra a proibição de uma peça de teatro considerada anti-soviética.
As greves em massa nas universidades foram reprimidas com violência.
Na Tchecoslováquia, o dirigente comunista Alexandre Dubcek introduziu, em abril, uma tímida liberdade, e falou de um "socialismo humano". Os tanques do Pacto de Varsóvia acabaram, em agosto, com a esperança suscitada pela Primavera de Praga.
com France Presse

frases que expressavam o pensamento da década de 60

folha
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u396750.shtml


Veja frases que expressavam o pensamento da década de 60

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da Folha Online
Além dos confrontos entre estudantes contra policiais e soldados nas ruas e universidades da Europa, Maio de 68 foi também o período em que surgiram frases emblemáticas das novas idéias que surgiam. Elas apareceram em pichações, faixas, cartazes, e nas paredes das universidades.
Veja algumas das frases criadas pelos estudantes na época:
Efe
Policial aponta cassetete a rapaz em Berlim
Policial aponta cassetete a rapaz em Berlim
Liberdade
"Sejam realistas, exijam o impossível!"
"A imaginação ao poder"
"É proibido proibir"
"As paredes têm ouvidos, seus ouvidos têm paredes"
"Se queres ser feliz, prende o teu proprietário"
"O patrão precisa de ti, tu não precisas dele"
Poder
"Todo poder abusa. O poder absoluto abusa absolutamente"
"Todo poder aos conselhos operários (um enraivecido)
Todo poder aos conselhos enraivecidos (um operário)"
"Abaixo o realismo socialista. Viva o surrealismo"
"O poder tinha as universidades, os estudantes tomaram-nas. O poder tinha as fábricas, os trabalhadores tomaram-nas. O poder tinha os meios de comunicação, os jornalistas tomaram-na. O poder tem o poder, tomem-no!"
Efe
Texto: MAY141. PARIS (FRANCIA), 23/04/08.- Foto de archivo cedida por el Museo de la prefectura de la Policóa parisina que muestra los disturbios de mayo del '68 en Paris Francia. Esta escena muestra a la policóa deteniendo a dos estudiantes universitarios durante la huelga general que llevú al gobierno al borde del colapso. Las protestas llegaron a tal punto que el presidente de la Repblica, el general De Gaulle disolviú la Asamblea Nacional y se celebraron elecciones parlamentarias anticipadas el 23 de junio de 1968.EFE/Museo de la prefectura de la Policóa parisina ***S"LO PARA USO EDITORIAL***
Polícia detém estudantes universitários
Política
"Nós somos todos judeus alemães"
"A política passa-se nas ruas"
"Viva o poder dos conselhos operários estendido a todos os aspectos da vida"
"Trabalhador: tu tens 25 anos, mas o teu sindicato é do outro século"
"Todo reformismo se caracteriza pela utopia da sua estratégia, e pelo oportunismo da sua tática"
"Quando a Assembléia Nacional se transforma em um teatro burguês, todos os teatros da burguesia devem se transformar em Assembléias Nacionais"
"Juventude Marxista Pessimista"
Revolução
"Revolução, eu te amo"
"A revolução deve ser feitas nos homens, antes de ser feita nas coisas"
"Um só fim de semana não-revolucionário é infinitamente mais sangrento que um mês de revolução permanente"
"A revolução não é a dos comitês, mas, antes de tudo, a vossa.
Levemos a revolução a sério, não nos levemos a sério"
"Quanto mais amor faço, mais vontade tenho de fazer a revolução.
Quanto mais revolução faço, maior vontade tenho de fazer amor"
Universidade
"Abaixo a Universidade"
"Professores, sois tão velhos quanto a vossa cultura, o vosso modernismo nada mais é que a modernização da polícia, a cultura está em migalhas"
Solidariedade
Divulgação
Cartaz estudantil: "O movimento popular não possui templo"
Cartaz "O movimento popular não possui templo", feito por estudantes
"A sociedade nova deve ser fundada sobre a ausência de qualquer egoísmo e qualquer egolatria. O nosso caminho será uma longa marcha de fraternidade"
"Tu, camarada, tu, que eu desconhecia por detrás das turbulências, tu, amordaçado, amedrontado, asfixiado, vem, fala conosco"
Outros temas
"Abaixo a sociedade espetacular mercantil"
"Os limites impostos ao prazer excitam o prazer de viver sem limites"
"O sonho é realidade"
"Acabareis todos por morrer de conforto"
"O sagrado, eis o inimigo"
"Abaixo os jornalistas e todos os que os querem manipular"
"Abaixo o Estado"
"Viva o efêmero"
Fontes: livros "A Sociedade do Espetáculo" (Guy Debord), "Internacional Situacionista" (coletânia de textos publicados em Maio de 1968) e site Vilar de Mouros 1971

Monday, 17 December 2012

24 Intervenções Urbanas Criativas

creative
http://www.criatives.com.br/2012/10/24-intervencoes-urbanas-criativas/


24 Intervenções Urbanas Criativas




Artistas dos mais diversos lugares utilizam a sua arte para trazer um pouco de cor e criatividade à diversos pontos nas cidades. Um espaço que passa desapercebido para muita gente, se torna um meio de compartilhar a sua arte – seja um muro ou um hidrante. Estes artistas, muitas vezes, ficam no anonimato.
O post de hoje traz uma seleção de 24 intervenções urbanas para inspirar e colorir um pouco o seu dia.
Qual a sua favorita?

‘Yearning for a more beautiful world’: Pre-Raphaelite and Symbolist works from the collection of Isabel Goldsmith

https://www.christies.com/features/pre-raphaelite-works-owned-by-isabel-goldsmith-12365-3.aspx?sc_lang=en&cid=EM_EMLcontent04144C16Secti...