Thursday, 5 December 2013
Tuesday, 3 December 2013
Envolver em vez de se “des-envolver”
IHU
http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5288&secao=433
Quanto à biodiversidade, a pesquisadora aponta que as áreas úmidas pantaneiras são ricas em biodiversidade aquática, no entanto diversas degradações ameaçam esses locais. “O uso exagerado de agrotóxico, por exemplo, pode contaminar os lençóis freáticos ou nascentes de água, pondo em risco não apenas o local, mas toda a complexidade global, uma vez que o ambiente não enxerga a fronteira cartográfica inventada pelos humanos”. O papel da educação ambiental, neste contexto, é “trazer o diálogo socioambiental, aliando cultura e natureza neste campo pedagógico capaz de fazer emergir a educação como mola propulsora das transformações socioambientais”, pondera.
Michèle Sato possui licenciatura em Biologia pela Universidade de Santo Amaro - Unisa, mestrado em Filosofia pela University of East Anglia, doutorado em Ciências na Universidade Federal de São Carlos - Ufscar e pós-doutorado em Educação pela Université du Québec à Montréal. É docente associada ao Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT e líder do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte - GPEA, além de colaboradora em várias outras universidades nacionais e estrangeiras. Colabora nas comissões editoriais de diversos periódicos e é articuladora de diversas redes potencialmente ambientais. Possui várias experiências nacionais e internacionais e é membro do Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Como podemos pensar a relação entre o humano e as áreas úmidas da Amazônia e do Pantanal, seu uso e o desenvolvimento das comunidades no contexto histórico?
Michèle Sato – Historicamente, as populações das áreas úmidas possuem uma intrínseca ligação da cultura com a natureza, onde as expressões humanas se conjugam com o ritmo e a dinâmica ecológica. Há um vasto mundo de signos, crenças e mitologia emanado de uma epistemologia ambiental. Em outras palavras, há um saber chamado “tradicional” que, como as ciências, busca responder aos fenômenos naturais e culturais, tirando sustento, acumulando experiências, gerando movimentos de sobrevivência e ainda revelando a subjetividade como elemento pedagógico de geração a geração, como religião, fé, mitos, “causos e assombrações” na construção da felicidade local.
IHU On-Line – Como as comunidades ribeirinhas na Amazônia e no Pantanal convivem com seu hábitat alagadiço? Como fica a questão da preservação ambiental?
Michèle Sato - Há vários estudos técnicos sobre as populações ribeirinhas, com foco na mitigação ecológica , expressões etnográficas, condições geográficas ou situações sociológicas. Cada qual verá as populações vivendo nestes locais de acordo com seus olhares e teorias. Mas creio que todos são unânimes em denunciar as bruscas mudanças ambientais que afetam a cultura desta gente de maneira muito injusta. No caso da mudança climática, por exemplo, não se trata de enfatizar o mercado de carbono ou evocar a tendenciosa economia verde , mas sobretudo tentar compreender de que maneira estes povos vulneráveis podem sobreviver no enfrentamento da mudança do clima. E, na medida do possível, atuar junto com eles para que uma pedagogia ambiental possa alicerçar os modos de vida.
IHU On-Line – Que especificidades têm o uso humano nas áreas úmidas para outros tipos de biomas?
Michèle Sato – Há várias diferenças entre estes mundos secos e úmidos, e os próprios locais chamados úmidos também vivem a época da secura. Há uma dinâmica ecológica diferenciada em cada região, demarcada pelas espécies vegetais e animais, pelo clima ou por diversos outros fatores de distinção entre uma área e outra. Por isso, é de vital importância que as políticas públicas consigam enxergar a regionalidade de cada território, ao invés de homogeneizar todas como se fossem iguais. O conceito de áreas úmidas surgiu oficialmente em 1971, durante a Convenção de Ramsar , cidade do Irã que sediou o evento para o debate internacional das áreas úmidas. Há uma comissão internacional de Ramsar com os principais especialistas mundiais, e este ano foi criado um braço chamado “Cultura”, que dá pistas notáveis de como é importante considerar o humano nos processos de proteção ambiental. Esta rede cultural veio da necessidade de alertar os cientistas de que não é mais possível fazer estudos fragmentados das áreas úmidas sem considerar as relações humanas que delas fazem parte.
IHU On-Line – Quais os principais riscos da interferência humana nas áreas alagadas?
Michèle Sato – As áreas úmidas são frequentemente consideradas zonas de transição de um ecossistema para outro. Os cientistas têm chamado estas áreas de “ecótono” , que é bastante rico do ponto de vista ecológico, já que agrega elementos de duas paisagens, na mistura das vidas de um ecossistema e outro. Simultaneamente, é também o local de maior estresse energético, gerando competições, adaptações e processos de resiliência, isto é, de que maneira uma espécie se adapta ao território. São áreas ricas em biodiversidade aquática, na exuberância da paisagem que a água traz. Mas há várias degradações que ameaçam estas áreas: o uso exagerado de agrotóxico, por exemplo, pode contaminar os lençóis freáticos ou nascentes de água, pondo em risco não apenas o local, mas toda a complexidade global, uma vez que o ambiente não enxerga a fronteira cartográfica inventada pelos humanos. A interconectividade do ambiente é ameaçada com ações humanas que provocam a violência socioambiental, já que um impacto ambiental traz consequências sociais drásticas. Assim, é importante ressaltar que toda vez que temos um impacto ambiental, as consequências recaem sobre os grupos sociais vulneráveis, sem condições de defesa.
IHU On-Line – Qual o papel da educação ambiental neste contexto? Em que medida ela se torna um fator fundamental para a preservação ambiental?
Michèle Sato – Em primeiro lugar, potencializar a educação ambiental em seu caráter político, não meramente comportamental ou intuitivo. Claro que são dimensões interessantes, mas ousar processos que promovam mudanças é mais emergencial. Neste contexto, trazer o diálogo socioambiental, aliando cultura e natureza neste campo pedagógico capaz de fazer emergir a educação como mola propulsora das transformações socioambientais. Retirar o caráter ingênuo da educação implica dizer que ela pode debater a problemática dos resíduos sólidos inscrita numa dimensão do consumo, dos modelos de desenvolvimento e das orientações econômicas que geram os resíduos. Neste contexto, será impossível promover a educação ambiental apenas por meio da coleta seletiva ou de oficinas de reutilização do lixo, mas, principalmente, haverá um debate sobre as injustiças e desigualdades que promovem a geração de resíduos.
IHU On-Line – Considerando uma perspectiva mais focada nas áreas úmidas, de que maneira a educação pode ajudar no convívio mais harmônico das comunidades próximas às áreas alagadas com a biodiversidade local?
Michèle Sato – Especificamente no caso das águas, as populações ribeirinhas sabem conviver bem com a natureza. Historicamente sempre houve um equilíbrio entre as ações humanas destes grupos sociais mais vulneráveis e a natureza. O que desequilibra e traz danos ambientais não são as populações, senão o capital disfarçado de sustentabilidade: o agronegócio, a usina hidrelétrica, a indústria madeireira ou outro setor mercadológico que promove o trabalho escravo e prejudica o ambiente. A educação ambiental, neste contexto, tem o papel dos ensinamentos de Paulo Freire : aprendemos a mapear os opressores e lutamos contra as forças negativas à nossa libertação. Não promovemos uma educação só de ensinamentos, senão de diálogos. Não mais uma educação ambiental ingênua de abraçar árvores, mas também aquela política, de ter coragem de assumir a não neutralidade educativa e aprender coletivamente contra quem fazemos, pensamos e sentimos a educação ambiental.
IHU On-Line – Em que medida os danos causados ao meio ambiente surgem do desconhecimento de que tais práticas são prejudiciais? Como avançar nesse processo?
Michèle Sato – De minha experiência pessoal, muito se conhece sobre danos e prejuízos ambientais. O que não se conhece ainda é como frear a ganância de lucrar, minimizando os lucros para maximizar os bens socioambientais. Creio que novas alternativas econômicas podem ser possíveis, como a economia solidária, popular ou alternativa a este capitalismo tardio que avassala a natureza, a cultura e a dignidade humana. É preciso debater mais a noção de “des-envolvimento” e toda noção de progresso que realmente deixa de envolver a sociedade e o ambiente, focando apenas na economia. O desenvolvimento sustentável, ainda que ostente uma face ambiental, continua sendo o velho capitalismo, agora maquiado de um novo chavão que é repetido sem reflexão crítica, como se fosse a única verdade das diversas identidades pulsantes no mundo. Para além do desenvolvimento, estamos precisando de mais envolvimento.
IHU On-Line – Quais são os desafios postos à educação ambiental? Como interagem os saberes acadêmicos e das comunidades de regiões alagadas?
Michèle Sato – Na Universidade Federal de Mato Grosso, o Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte vem aliando pesquisa acadêmica com militância política, abraçando a produção científica nas malhas da educação popular. Tornamo-nos sujeitos de pesquisa junto com os comunitários, dialogando saberes, tecendo redes de debates e buscando, junto com eles, construir as políticas públicas que possam garantir dignidade de vida. Temos promovido formação, fórum de debate e produzido alguns materiais educativos que levam a assinatura dos comunitários junto conosco. Longe de ser prescritivo e fechado como as cartilhas, produzimos materiais no substrato da sabedoria deles, aliando escola e comunidade. São aprendizagens coletivas emanadas de muitos diálogos éticos entre os mundos acadêmicos e populares.
IHU On-Line – De que maneira a questão da educação ambiental, especificamente no que se refere à questão das áreas úmidas, pode se tornar uma pauta pública de destaque na agenda nacional? Por que ela deveria ser debatida amplamente?
Michèle Sato – Há várias maneiras de se compreender o que seja educação ambiental. O que percebo é a magnitude política dos diálogos de saberes que vazam do controle das ciências e incidem no conhecimento que as comunidades possuem sobre o mundo. Nesta envergadura, a educação ambiental deixa de ser uma prática ingênua e reveste-se de uma dimensão transformadora. Reinventa a paixão, faz a transgressão contra os sistemas de regras rígidas e tenta promover a justiça socioambiental. Considera o ambiente e a sociedade humana entrelaçados, sem hierarquizar um polo. Rompendo com este dilema do antropocentrismo ou do biocentrismo, cria uma horizontalidade de potencial de vida, num ciclo permanente de aprendizagens.
IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?
Michèle Sato – Na primeira vez que fui ao Pantanal típico de áreas alagadas, atravessei o local com barco, num território úmido de barro, água e esbanjamento líquido que inundava não apenas meus pés, mas também a alma. Junto com cinco homens do Pantanal de São Pedro de Joselândia, fomos observar a feitura de uma canoa, desde a escolha da árvore até a feitura final. Manoel de Barros jorrava em suas palavras a imensidão da água daquele lugar. Descobrimos, assim, que a canoa não seria meramente um objeto de mobilidade, mas também da arte, na legítima expressão identitária da cultura pantaneira. Alguns meses se seguiram e, no novo reencontro do local, os corixos que ali serviam de impulso das canoas estavam totalmente secos, transformados em ruas empoeiradas, e outros meios de transporte esparramavam-se na comunidade. Em cada casa visitada, um santuário católico se misturava no labirinto cotidiano de uma gente sofrida que carece de políticas públicas mais fortalecidas, mas que jamais perde sua fé na vida. Entre os seres encantados que habitam as águas e os sonhos da educação ambiental, há muito para se dialogar saberes, ensinando e aprendendo juntamente com as comunidades na travessia da educação popular. É inútil insistir somente nas ciências. A poesia emanada daquele lugar é um convite para se pensar, fazer e, sobretudo, sentir a vida transbordante do Pantanal.
http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5288&secao=433
Envolver em vez de se “des-envolver”
Michèle Sato, professora e pesquisadora, aposta na educação ambiental e na relação com as populações ribeirinhas para garantir um meio ambiente equilibrado
Por: Ricardo Machado | Colaborou: Leonardo Maltchik
Professora e líder do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte – GPEA, Michèle Sato aborda a Educação Ambiental junto às populações das áreas úmidas, ressaltando que historicamente esses grupos respeitam o ritmo e a dinâmica ecológica. Entretanto, os povos ribeirinhos são os mais vulneráveis às mudanças climáticas ocasionadas pelo efeito estufa, pois isso gera impactos diretos na vida das populações. “É preciso debater mais a noção de ‘des-envolvimento’ e toda a noção de progresso que realmente deixa de envolver a sociedade e o ambiente, focando apenas na economia. O desenvolvimento sustentável, ainda que ostente uma face ambiental, continua sendo o velho capitalismo, agora maquiado de um novo chavão que é repetido sem reflexão crítica, como se fosse a única verdade das diversas identidades pulsantes no mundo. Para além do desenvolvimento, estamos precisando de mais envolvimento”, avalia Michèle Sato, em entrevista por e-mail àIHU On-Line.Quanto à biodiversidade, a pesquisadora aponta que as áreas úmidas pantaneiras são ricas em biodiversidade aquática, no entanto diversas degradações ameaçam esses locais. “O uso exagerado de agrotóxico, por exemplo, pode contaminar os lençóis freáticos ou nascentes de água, pondo em risco não apenas o local, mas toda a complexidade global, uma vez que o ambiente não enxerga a fronteira cartográfica inventada pelos humanos”. O papel da educação ambiental, neste contexto, é “trazer o diálogo socioambiental, aliando cultura e natureza neste campo pedagógico capaz de fazer emergir a educação como mola propulsora das transformações socioambientais”, pondera.
Michèle Sato possui licenciatura em Biologia pela Universidade de Santo Amaro - Unisa, mestrado em Filosofia pela University of East Anglia, doutorado em Ciências na Universidade Federal de São Carlos - Ufscar e pós-doutorado em Educação pela Université du Québec à Montréal. É docente associada ao Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT e líder do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte - GPEA, além de colaboradora em várias outras universidades nacionais e estrangeiras. Colabora nas comissões editoriais de diversos periódicos e é articuladora de diversas redes potencialmente ambientais. Possui várias experiências nacionais e internacionais e é membro do Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Como podemos pensar a relação entre o humano e as áreas úmidas da Amazônia e do Pantanal, seu uso e o desenvolvimento das comunidades no contexto histórico?
Michèle Sato – Historicamente, as populações das áreas úmidas possuem uma intrínseca ligação da cultura com a natureza, onde as expressões humanas se conjugam com o ritmo e a dinâmica ecológica. Há um vasto mundo de signos, crenças e mitologia emanado de uma epistemologia ambiental. Em outras palavras, há um saber chamado “tradicional” que, como as ciências, busca responder aos fenômenos naturais e culturais, tirando sustento, acumulando experiências, gerando movimentos de sobrevivência e ainda revelando a subjetividade como elemento pedagógico de geração a geração, como religião, fé, mitos, “causos e assombrações” na construção da felicidade local.
IHU On-Line – Como as comunidades ribeirinhas na Amazônia e no Pantanal convivem com seu hábitat alagadiço? Como fica a questão da preservação ambiental?
Michèle Sato - Há vários estudos técnicos sobre as populações ribeirinhas, com foco na mitigação ecológica , expressões etnográficas, condições geográficas ou situações sociológicas. Cada qual verá as populações vivendo nestes locais de acordo com seus olhares e teorias. Mas creio que todos são unânimes em denunciar as bruscas mudanças ambientais que afetam a cultura desta gente de maneira muito injusta. No caso da mudança climática, por exemplo, não se trata de enfatizar o mercado de carbono ou evocar a tendenciosa economia verde , mas sobretudo tentar compreender de que maneira estes povos vulneráveis podem sobreviver no enfrentamento da mudança do clima. E, na medida do possível, atuar junto com eles para que uma pedagogia ambiental possa alicerçar os modos de vida.
IHU On-Line – Que especificidades têm o uso humano nas áreas úmidas para outros tipos de biomas?
Michèle Sato – Há várias diferenças entre estes mundos secos e úmidos, e os próprios locais chamados úmidos também vivem a época da secura. Há uma dinâmica ecológica diferenciada em cada região, demarcada pelas espécies vegetais e animais, pelo clima ou por diversos outros fatores de distinção entre uma área e outra. Por isso, é de vital importância que as políticas públicas consigam enxergar a regionalidade de cada território, ao invés de homogeneizar todas como se fossem iguais. O conceito de áreas úmidas surgiu oficialmente em 1971, durante a Convenção de Ramsar , cidade do Irã que sediou o evento para o debate internacional das áreas úmidas. Há uma comissão internacional de Ramsar com os principais especialistas mundiais, e este ano foi criado um braço chamado “Cultura”, que dá pistas notáveis de como é importante considerar o humano nos processos de proteção ambiental. Esta rede cultural veio da necessidade de alertar os cientistas de que não é mais possível fazer estudos fragmentados das áreas úmidas sem considerar as relações humanas que delas fazem parte.
IHU On-Line – Quais os principais riscos da interferência humana nas áreas alagadas?
Michèle Sato – As áreas úmidas são frequentemente consideradas zonas de transição de um ecossistema para outro. Os cientistas têm chamado estas áreas de “ecótono” , que é bastante rico do ponto de vista ecológico, já que agrega elementos de duas paisagens, na mistura das vidas de um ecossistema e outro. Simultaneamente, é também o local de maior estresse energético, gerando competições, adaptações e processos de resiliência, isto é, de que maneira uma espécie se adapta ao território. São áreas ricas em biodiversidade aquática, na exuberância da paisagem que a água traz. Mas há várias degradações que ameaçam estas áreas: o uso exagerado de agrotóxico, por exemplo, pode contaminar os lençóis freáticos ou nascentes de água, pondo em risco não apenas o local, mas toda a complexidade global, uma vez que o ambiente não enxerga a fronteira cartográfica inventada pelos humanos. A interconectividade do ambiente é ameaçada com ações humanas que provocam a violência socioambiental, já que um impacto ambiental traz consequências sociais drásticas. Assim, é importante ressaltar que toda vez que temos um impacto ambiental, as consequências recaem sobre os grupos sociais vulneráveis, sem condições de defesa.
IHU On-Line – Qual o papel da educação ambiental neste contexto? Em que medida ela se torna um fator fundamental para a preservação ambiental?
Michèle Sato – Em primeiro lugar, potencializar a educação ambiental em seu caráter político, não meramente comportamental ou intuitivo. Claro que são dimensões interessantes, mas ousar processos que promovam mudanças é mais emergencial. Neste contexto, trazer o diálogo socioambiental, aliando cultura e natureza neste campo pedagógico capaz de fazer emergir a educação como mola propulsora das transformações socioambientais. Retirar o caráter ingênuo da educação implica dizer que ela pode debater a problemática dos resíduos sólidos inscrita numa dimensão do consumo, dos modelos de desenvolvimento e das orientações econômicas que geram os resíduos. Neste contexto, será impossível promover a educação ambiental apenas por meio da coleta seletiva ou de oficinas de reutilização do lixo, mas, principalmente, haverá um debate sobre as injustiças e desigualdades que promovem a geração de resíduos.
IHU On-Line – Considerando uma perspectiva mais focada nas áreas úmidas, de que maneira a educação pode ajudar no convívio mais harmônico das comunidades próximas às áreas alagadas com a biodiversidade local?
Michèle Sato – Especificamente no caso das águas, as populações ribeirinhas sabem conviver bem com a natureza. Historicamente sempre houve um equilíbrio entre as ações humanas destes grupos sociais mais vulneráveis e a natureza. O que desequilibra e traz danos ambientais não são as populações, senão o capital disfarçado de sustentabilidade: o agronegócio, a usina hidrelétrica, a indústria madeireira ou outro setor mercadológico que promove o trabalho escravo e prejudica o ambiente. A educação ambiental, neste contexto, tem o papel dos ensinamentos de Paulo Freire : aprendemos a mapear os opressores e lutamos contra as forças negativas à nossa libertação. Não promovemos uma educação só de ensinamentos, senão de diálogos. Não mais uma educação ambiental ingênua de abraçar árvores, mas também aquela política, de ter coragem de assumir a não neutralidade educativa e aprender coletivamente contra quem fazemos, pensamos e sentimos a educação ambiental.
IHU On-Line – Em que medida os danos causados ao meio ambiente surgem do desconhecimento de que tais práticas são prejudiciais? Como avançar nesse processo?
Michèle Sato – De minha experiência pessoal, muito se conhece sobre danos e prejuízos ambientais. O que não se conhece ainda é como frear a ganância de lucrar, minimizando os lucros para maximizar os bens socioambientais. Creio que novas alternativas econômicas podem ser possíveis, como a economia solidária, popular ou alternativa a este capitalismo tardio que avassala a natureza, a cultura e a dignidade humana. É preciso debater mais a noção de “des-envolvimento” e toda noção de progresso que realmente deixa de envolver a sociedade e o ambiente, focando apenas na economia. O desenvolvimento sustentável, ainda que ostente uma face ambiental, continua sendo o velho capitalismo, agora maquiado de um novo chavão que é repetido sem reflexão crítica, como se fosse a única verdade das diversas identidades pulsantes no mundo. Para além do desenvolvimento, estamos precisando de mais envolvimento.
IHU On-Line – Quais são os desafios postos à educação ambiental? Como interagem os saberes acadêmicos e das comunidades de regiões alagadas?
Michèle Sato – Na Universidade Federal de Mato Grosso, o Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte vem aliando pesquisa acadêmica com militância política, abraçando a produção científica nas malhas da educação popular. Tornamo-nos sujeitos de pesquisa junto com os comunitários, dialogando saberes, tecendo redes de debates e buscando, junto com eles, construir as políticas públicas que possam garantir dignidade de vida. Temos promovido formação, fórum de debate e produzido alguns materiais educativos que levam a assinatura dos comunitários junto conosco. Longe de ser prescritivo e fechado como as cartilhas, produzimos materiais no substrato da sabedoria deles, aliando escola e comunidade. São aprendizagens coletivas emanadas de muitos diálogos éticos entre os mundos acadêmicos e populares.
IHU On-Line – De que maneira a questão da educação ambiental, especificamente no que se refere à questão das áreas úmidas, pode se tornar uma pauta pública de destaque na agenda nacional? Por que ela deveria ser debatida amplamente?
Michèle Sato – Há várias maneiras de se compreender o que seja educação ambiental. O que percebo é a magnitude política dos diálogos de saberes que vazam do controle das ciências e incidem no conhecimento que as comunidades possuem sobre o mundo. Nesta envergadura, a educação ambiental deixa de ser uma prática ingênua e reveste-se de uma dimensão transformadora. Reinventa a paixão, faz a transgressão contra os sistemas de regras rígidas e tenta promover a justiça socioambiental. Considera o ambiente e a sociedade humana entrelaçados, sem hierarquizar um polo. Rompendo com este dilema do antropocentrismo ou do biocentrismo, cria uma horizontalidade de potencial de vida, num ciclo permanente de aprendizagens.
IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?
Michèle Sato – Na primeira vez que fui ao Pantanal típico de áreas alagadas, atravessei o local com barco, num território úmido de barro, água e esbanjamento líquido que inundava não apenas meus pés, mas também a alma. Junto com cinco homens do Pantanal de São Pedro de Joselândia, fomos observar a feitura de uma canoa, desde a escolha da árvore até a feitura final. Manoel de Barros jorrava em suas palavras a imensidão da água daquele lugar. Descobrimos, assim, que a canoa não seria meramente um objeto de mobilidade, mas também da arte, na legítima expressão identitária da cultura pantaneira. Alguns meses se seguiram e, no novo reencontro do local, os corixos que ali serviam de impulso das canoas estavam totalmente secos, transformados em ruas empoeiradas, e outros meios de transporte esparramavam-se na comunidade. Em cada casa visitada, um santuário católico se misturava no labirinto cotidiano de uma gente sofrida que carece de políticas públicas mais fortalecidas, mas que jamais perde sua fé na vida. Entre os seres encantados que habitam as águas e os sonhos da educação ambiental, há muito para se dialogar saberes, ensinando e aprendendo juntamente com as comunidades na travessia da educação popular. É inútil insistir somente nas ciências. A poesia emanada daquele lugar é um convite para se pensar, fazer e, sobretudo, sentir a vida transbordante do Pantanal.
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Os 30 filmes de 2014 que você vai querer ver nos cinemas
rev biografia
http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2013/12/os-30-filmes-de-2014-que-voce-vai.html
Por Wikerson Landim
28) O Hobbit: Lá e De Volta Outra Vez
29) Minions
30) Exodus
Fonte: Portal de Cinema
http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2013/12/os-30-filmes-de-2014-que-voce-vai.html
Os 30 filmes de 2014 que você vai querer ver nos cinemas [Wikerson Landim]
Os 30 filmes de 2014 que você vai querer ver nos cinemas
Saiba quais são os principais lançamentos nos cinemas no próximo ano e reserve um espaço para eles na sua agenda
Por Wikerson Landim
O ano de 2013 está chegando ao fim e, embora ainda estejamos ansiosos pela estreia de algumas produções neste ano, é hora de pensar no que virá pela frente em 2014. Como não poderia deixar de ser, Hollywood sempre nos reserva uma lista imensa de lançamentos.
Separamos nesta lista as 30 principais produções que devem desembarcar nos cinemas brasileiros no próximo ano. Vale lembrar que, recentemente, alguns filmes foram adiados para 2015 e, por conta disso, não estão incluídos nessa prévia. As datas de lançamento foram divulgadas pelas distribuidoras e estão sujeitas a alterações.
1) A Menina Que Roubava Livros
Somente no Brasil a obra “A Menina Que Roubava Livros” vendeu mais de um milhão de cópias. Sucesso no mundo todo, o livro de Markus Zusak foi adaptado para o cinema e esta será a primeira grande estreia de 2014. A trama gira em torno de uma garota que é abandonada pela mãe durante a Segunda Guerra Mundial e, adotada por um casal de alemães, aprende a ler e descobre o fascinante mundo dos livros.
Estreia no Brasil: 17 de janeiro de 2014
2) Uma Aventura Lego
Estreia no Brasil: 17 de janeiro de 2014
2) Uma Aventura Lego
Quem poderia imaginar que as pecinhas de Lego se tornariam tão bem-sucedidas nos dias de hoje? Depois de fazer sucesso junto às crianças no mundo dos games, chego a hora de as pecinhas ganharem vida no cinema por meio de um filme de animação. Na trama, Emmet, um boneco comum, precisa enfrentar um perigoso vilão que planeja colar todas as peças do universo.
Estreia no Brasil: 07 de fevereiro de 2014
3) RoboCop
Estreia no Brasil: 07 de fevereiro de 2014
3) RoboCop
Um dos clássicos dos filmes de aventura da década de 80, “RoboCop” está de volta aos cinemas, agora com um visual mais moderno. A direção é do brasileiro José Padilha, responsável pelo sucesso “Tropa de Elite”. O filme se passa no ano de 2028, em Detroit, quando o policial Murphy é ressuscitado graças à ciência robótica, se transformando um eficiente robô policial.
Estreia no Brasil: 07 de fevereiro de 2014
4) O Lobo de Wall Street
Estreia no Brasil: 07 de fevereiro de 2014
4) O Lobo de Wall Street
Estrelado por Leonardo Di Caprio e dirigido por Martin Scorsese, “O Lobo de Wall Street” é uma adaptação do livro de memórias de Jordan Belfort, um corretor da bolsa de valores norte-americana que, com apenas 22 anos, conseguiu ganhar uma verdadeira fortuna. Nos Estados Unidos o filme estreia ainda em 2013.
Estreia no Brasil: 14 de fevereiro de 2014
5) Saving Mr. Banks
Estreia no Brasil: 14 de fevereiro de 2014
5) Saving Mr. Banks
A principal atração do filme “Saving Mr. Banks” – que ainda não tem título em português – é Tom Hanks interpretando Walt Disney, o criador de um dos maiores impérios da história do cinema. O filme conta a batalha de Disney para tentar levar ao cinema o filme “Mary Poppins”, processo que demorou mais de 14 anos, mas resultou em um grande sucesso de bilheteria.
Estreia no Brasil: 14 de fevereiro de 2014
6) 300: A Ascensão do Império
Estreia no Brasil: 14 de fevereiro de 2014
6) 300: A Ascensão do Império
Sequência do sucesso “300”, “300: A Ascensão do Império” se passa antes das batalhas do exército de Xerxes contra os 300 espartanos. O principal destaque do filme é o brasileiro Rodrigo Santoro, que interpreta novamente o imperador persa da dinastia Aqueménida.
Estreia no Brasil: 07 de março de 2014
7) Need For Speed
Estreia no Brasil: 07 de março de 2014
7) Need For Speed
Uma das franquias de maior sucesso no mundo dos games, “Need For Speed” fará a sua estreia nos cinemas em 2014. Na trama, o piloto Tobey Marshall foi traído pelo seu sócio, Dino, e acabou preso. Depois de ganhar a liberdade, Marshall começa a colocar em prática um plano de vingança e, para isso, terá que participar de um circuito de corridas ilegais no país usando - é claro - carros possantes.
Estreia no Brasil: 14 de março de 2014
8) Sin City: A Dame To Kill For
Estreia no Brasil: 14 de março de 2014
8) Sin City: A Dame To Kill For
Sequência do elogiado filme “Sin City: A Cidade do Pecado”, lançado em 2005, “Sin City: A Dame To Kill For”, ainda sem título oficial em português, é baseado em três histórias de Frank Miller. Como uma delas já foi contada no cinema, a expectativa é que o filme mantenha o foco nas outras duas, mas detalhes específicos da trama ainda não foram divulgados pelo estúdio.
Estreia no Brasil: 21 de março de 2014
9) Rio 2
Estreia no Brasil: 21 de março de 2014
9) Rio 2
A animação “Rio”, dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, fez grande sucesso nos cinemas com as aventuras da arara-azul Blu e sua companheira Jade na cidade do Rio de Janeiro. Nesta sequência, ambos tiveram um casal de filhotes, um macho e uma fêmea, e, juntos, todos vão vivenciar uma aventura durante a Copa do Mundo de 2014.
Estreia no Brasil: 28 de março de 2014
10) Noé
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10) Noé
Estrelado por nomes como Russell Crowe, Jennifer Connelly, Emma Watson e Anthony Hopkins, o drama bíblico “Noé” promete ser uma das grandes produções épicas de 2014. Descontente com a perversidade dos humanos, Deus decide destruir a humanidade poupando apenas os animais e a família de Noé, que era tido por Ele como o único homem justo da Terra.
Estreia no Brasil: 04 de abril de 2014
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“Capitão América: O Soldado Invernal” marca o início da temporada 2014 de filmes de super-heróis baseados em quadrinhos. Desta vez, o Capitão América terá como aliada a Viúva Negra, e juntos vão combater um poderoso e misteriosos inimigo na cidade de Washington.
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12) O Espetacular Homem-Aranha 2
Estreia no Brasil: 11 de abril de 2014
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Sequência de “O Espetacular Homem-Aranha”, lançado em 2012. Desta vez, Peter Parker terá pela frente o poderoso vilão Electro. Para derrotá-lo, o Homem-Aranha terá que se aliar a um amigo de infância e filho do Duende Verde, Harry Osborn, um dos poucos que sabe a sua identidade secreta.
Estreia no Brasil: 02 de maio de 2014
13) Godzilla
Estreia no Brasil: 02 de maio de 2014
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Nascido no Japão, o monstro Godzilla é um dos personagens mais clássicos do cinema. Entretanto, o último filme dele, lançado em 1998, foi um grande fracasso de bilheteria e quase enterrou de vez a série. O responsável pelo reboot da franquia é David S. Goyer, roteirista da trilogia de filmes do Cavaleiro das Trevas.
Estreia no Brasil: 16 de maio de 2014
14) Os Muppets 2
Estreia no Brasil: 16 de maio de 2014
14) Os Muppets 2
Caco, Miss Piggy, Gonzo e Animal estão de volta na nova aventura de “Os Muppets” no cinema. Desta vez, a trama deve brincar com filmes do gênero policial, sendo inspirada no filme “A Grande Farra dos Muppets”, lançado no início da década de 80.
Estreia no Brasil: 16 de maio de 2014
15) X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido
Estreia no Brasil: 16 de maio de 2014
15) X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido
Quinto filme da franquia dos mutantes da Marvel. Charles Xavier, Magneto, Tempestade, Lince Negra e Wolverine buscam alternativas para evitar que os mutantes sejam aniquilados. Para isso, a consciência de Wolverine é enviada para a década de 70 à procura dos ainda jovens Xavier e Magneto.
Estreia no Brasil: 23 de maio de 2014
16) Malévola
Estreia no Brasil: 23 de maio de 2014
16) Malévola
A história da Bela Adormecida você já conhece, mas que tal descobrir mais detalhes do conto de fada a partir do ponto de vista da Bruxa Má? Em “Malévola”, Angelina Jolie interpreta uma das vilãs mais temidas do universo Disney. Na trama, vamos conhecer a origem do seu coração amargo e do seu desejo de vingança.
Estreia: 30 de maio de 2014
17) Edge of Tomorrow
Estreia: 30 de maio de 2014
17) Edge of Tomorrow
Filme de ficção científica estrelado por Tom Cruise. Quando a Terra é tomada por alienígenas, um soldado fica preso no tempo, condenado a voltar sempre ao dia anterior a uma guerra. Entretanto, à medida que enfrenta repetidamente as lutas suas habilidades melhoram, o que dá a ele a chance de mudar os rumos da história.
Estreia no Brasil: 06 de junho de 2014
18) Como Treinar o Seu Dragão 2
Estreia no Brasil: 06 de junho de 2014
18) Como Treinar o Seu Dragão 2
Lançada em 2010, a animação “Como Treinar o Seu Dragão” se tornou rapidamente um sucesso de público e crítica. No segundo filme da série, Soluço, o filho do chefe Stoico, precisará enfrentar uma nova aventura ao lado do seu dragão de estimação, o temível Fúria da Noite.
Estreia no Brasil: 19 de junho de 2014
19) Dawn of the Planet of the Apes
Estreia no Brasil: 19 de junho de 2014
19) Dawn of the Planet of the Apes
Continuação do filme “Planeta dos Macacos: A Origem”, de 2011. O filme seguirá a trajetória do macaco César 15 anos após a revolução animal ocorrida no primeiro filme. Mais detalhes sobre a trama ainda não foram revelados. Essa será a sexta vez que o universo da franquia será retratado no cinema.
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
20) Transformers: A Era da Extinção
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
20) Transformers: A Era da Extinção
Os eventos de “Transformers: A Era da Extinção” devem se passar logo após a conclusão de “Transformers: O Lado Oculto da Lua”. Nesse contexto, Autobots e Decepticons desapareceram da face da Terra, mas um grupo de empresários e cientistas acaba ultrapassando as barreiras tecnológicas e as coisas fogem do controle.
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
21) Velozes & Furiosos 7
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
21) Velozes & Furiosos 7
Velozes & Furiosos” é hoje a franquia mais rentável da Universal Pictures. Por conta disso, como você pode imaginar, os filmes da séries não devem acabar tão cedo. Ainda não há trama definida para o sétimo filme da franquia, mas a sinopse não deve fugir muito da dobradinha “mulheres bonitas e carros possantes”. Vin Diesel está confirmado no elenco.
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
22) Tartarugas Ninja
Estreia no Brasil: 18 de julho de 2014
22) Tartarugas Ninja
Sucesso absoluto no início da década de 90, as “Tartarugas Ninjas” voltam ao cinema com o reboot da franquia. Treinados pelo mestre Splinter, Rafael, Donatello, Michelangelo e Leonardo precisam enfrentar novamente a ira do Demolidor. Megan Fox fará o papel da repórter April O’Neil.
Estreia no Brasil: 15 de agosto de 2014
23) Guardiões da Galáxia
Estreia no Brasil: 15 de agosto de 2014
23) Guardiões da Galáxia
Novo filme do universo Marvel, os “Guardiões da Galáxia” são um grupo de super-heróis formado por Starlord, Drax, Rocket Racoon e Groot. A trama se passa em uma Terra alternativa do século XXXI. A expectativa do estúdio é a de produzir pelo menos três filmes inspirados nos personagens da nova franquia, expandido o universo nos cinemas.
Estreia no Brasil: 22 de agosto de 2014
24) Os Mercenários 3
Estreia no Brasil: 22 de agosto de 2014
24) Os Mercenários 3
A série de ação chega ao seu terceiro episódio e mais uma vez a atração principal é o elenco recheado de estrelas: Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Harrison Ford, Jet Li, Antonio Banderas, Wesley Snipes, Jason Statham, Dolph Lundgren e Mel Gibson são apenas alguns dos nomes.
Estreia no Brasil: 22 de agosto de 2014
25) Hercules: The Thracian Wars
Estreia no Brasil: 22 de agosto de 2014
25) Hercules: The Thracian Wars
O mitológico semideus Hércules, filho de Zeus, desembarca nas telas do cinema em setembro de 2014, interpretado por Dwayne Johnson, o The Rock. Na trama, depois de cumprir os doze trabalhos, Hércules é contratado pelo rei da Trácia para treinar um exército sanguinário e imperdoável.
Estreia no Brasil: 05 de setembro de 2014
26) Interstellar
Estreia no Brasil: 05 de setembro de 2014
26) Interstellar
Depois do sucesso alcançado com a trilogia do Cavaleiro das Trevas, o diretor Christopher Nolan aposta em um projeto pessoal: o filme de ficção científica “Interstellar”. A trama mostra um grupo de exploradores espaciais que se utiliza de buracos negros para viagens no tempo e acesso a dimensões paralelas.
Estreia no Brasil: 07 de novembro de 2014
27) Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Estreia no Brasil: 07 de novembro de 2014
27) Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
O terceiro livro da série “Jogos Vorazes” será dividido em dois filmes, e a primeira parte chega aos cinemas no final de 2014. Na trama, após sobreviver por duas vezes aos Jogos Vorazes, Katniss Everdeen se transforma no símbolo de uma revolução iniciada no Distrito 13.
Estreia no Brasil: 14 de novembro de 2014
Estreia no Brasil: 14 de novembro de 2014
28) O Hobbit: Lá e De Volta Outra Vez
O capítulo final da trilogia de “O Hobbit” chega às telas nos últimos dias do mês de dezembro. A produção, dirigida por Peter Jackson, encerra o sexto episódio a chegar aos cinemas baseado na obra de J.R.R. Tolkien. Antes disso, “O Hobbit: A Desolação de Smaug” chega aos cinemas em dezembro de 2013.
Estreia no Brasil: 19 de dezembro de 2014
Estreia no Brasil: 19 de dezembro de 2014
29) Minions
Grande parte do sucesso das animações “Meu Malvado Favorito” e “Meu Malvado Favorito 2” se deve aos simpáticos e carismáticos minions. Embora eles estejam presentes nas duas animações anteriores, somente em 2014 os divertidos amarelinhos vão ganhar um filme solo.
Estreia no Brasil: 19 de dezembro de 2014
Estreia no Brasil: 19 de dezembro de 2014
30) Exodus
Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Christian Bale, “Exodus” é mais um drama bíblico a estrear em 2014. O filme conta a história do Êxodo, segundo livro do Antigo Testamento, que retrata a vida e a morte do profeta Moisés, atravessando o deserto e o Mar Vermelho.
Estreia no Brasil: 25 de dezembro de 2014
Estreia no Brasil: 25 de dezembro de 2014
Fonte: Portal de Cinema
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