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Friday, 6 December 2013

nelson mandela tribute

TRIBUTO A NELSON MANDELA
arte do deviant
http://michelesato.deviantart.com/






mon-omer


NadiaNadege


Benadia

















Quadraro


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mandela - 2011 by karmym


Nelson Mandela by rolandtelema

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Quem é o homem por trás da lenda? Nelson Mandela é um ícone. Um herói. Um símbolo. Uma inspiração. Poucos líderes mundiais podem assumir a responsabilidade por um esforço verdadeiramente histórico. No mundo em desenvolvimento, a luta de Gandhi definiu a primeira metade do século XX e a de Mandela definiu a segunda. Sua vida é sempre entrelaçada com a história trágica de uma nação lutando por liberdade e um continente atormentado ao longo do século XX por revoltas incríveis. Aos 89 anos, Mandela aposentou-se de suas funções oficiais e dedicou-se à luta contra a AIDS. Assim, chegou o momento para darmos um passo para trás para ter uma noção de perspectiva sobre o homem, sua vida e as dimensões heroicas que ela adquiriu. Sua vida sempre foi improvável, o que o levou de uma aldeia remota Transkei à cerimônia do Prêmio Nobel em Oslo, Noruega. Uma vida política excepcional em contraste com uma vida pessoal repleta de tragédia e fracassos. Vamos revelar o verdadeiro Nelson Mandela. De suas origens humildes, ele ficou conhecido como uma das personalidades mais sábias e mais aclamadas do planeta. Ele parece possuir uma nobreza interior, que fica mais forte a cada afronta. No entanto, ele começou como um militante do Congresso Nacional Africano e especialista em explosivos. Examinamos sua longa jornada e as contradições fascinantes de uma vida dedicada a um único propósito maior. Não vamos tratar Mandela com as reverências de um santo. Em vez disso, vamos mostrar a sua vida no contexto de um país que é pouco conhecido e mal compreendido e um continente passando pela agitação dolorosa e sangrenta da descolonização.
 http://youtu.be/ERHIuA-zDpQ

Friday, 13 July 2012

Meio ambiente e territórios dialogam em encontro de povos do campo, das águas e das florestas

DHESCA
http://www.dhescbrasil.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=585:encontro-povos-campo-aguas-floresta&catid=69:antiga-rok-stories 


Meio ambiente e territórios dialogam em encontro de povos do campo, das águas e das florestas no Mato Grosso

Com o intuito de fortalecer os povos do campo, das águas e das florestas, diversas organizações sociais se reuniram no dia 10 de julho para preparar a grande marcha para Brasília, que acontecerá nos dias 20 a 22 de agosto.
Sem o holofote da Rio+20, que trouxe o sabor do retrocesso de 20 anos, quiçá daqui a 10 anos possamos celebrar esta voz unificada do “Encontro unitário das trabalhadoras e trabalhadores e povos do campo, das águas e das florestas”.
Para lembrar quase um século de lutas, Sérgio Sauer, relator do Direito Humano à Terra, Território e Alimentação da Plataforma Dhesca, recuperou a memória destes povos desde os primórdios da luta camponesa. Identificando dez sujeitos políticos ao longo da temporalidade histórica (camponês, trabalhador rural, pequeno produtor, povos indígenas posseiros, MST, seringueiros / extrativistas quilombolas, atingidos por barragens / MAB e agricultores familiares), sua contribuição veio elucidar as identidades dos sujeitos em movimento, em suas diferenças e ideologias, que muitas vezes afastam os trabalhadores e povos étnicos por suas características singulares, mas sobremaneira podem (e devem) se unir na espiral de possibilidades de lutas coletivas.
Após o processo formativo, houve um momento de planejamento e mobilização do estado de Mato Grosso para a marcha à Brasília, com a expectativa que 5 mil participantes de todo o Brasil tomem as ruas na manifestação do campo. Outras informações no 
blog do movimento.
A Relatoria de Meio Ambiente também contribuiu com as discussões e mobilização social, especialmente sobre o caso emblemático dos Maraiwatsedé, povo indígena Xavante, também um dos atores sociais na recuperação histórica trazida por Sérgio Sauer. Recentes declarações do governo de Mato Grosso transcendem o nível de preocupação, já que se propõe a retirada dos indígenas de seus territórios, trazendo a emergência de uma missão de seguimento, que deverá acontecer brevemente para contribuir com o combate das violações aos direitos humanos.

Fotos do evento 
aqui.
Saiba mais sobre o caso Mariwatsedé 
aqui.
Por Michèle Sato - Relatora do Direito Humano ao Meio Ambiente da Plataforma Dhesca

Thursday, 5 July 2012

Michèle Sato irá compor Comissão de Direitos Humanos


FAPEMATCIÊNCIA
http://www.revistafapematciencia.org/noticias/noticia.asp?id=412


CNDH

Michèle Sato irá compor Comissão de Direitos Humanos
03/07/2012 10:42
  Michèle Sato assumirá a relatoria de Direito Humano ao Meio Ambiente este mês.
Michèle Tomoko Sato, professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), é uma das pesquisadoras que mistura à excelência acadêmica, a luta por justiça social, além de um bocado de arte e doçura,quebrando com isso o estereótipo gélido muitas vezes imposto a quem trabalha com ciência. Escolhida para integrar a Comissão Nacional de Direitos Humanos, sua atuação será na relatoria de Direito Humano ao Meio Ambiente, em conjunto com a assistente social Cristiane Faustino da Silva, que trabalha questões relacionadas a gênero, raça e meio ambiente.

Mas direitos humanos têm algo a ver com o meio ambiente? Tem sim e muito.  De acordo com Michèle Sato, toda vez que há um crime ambiental, há também um crime social. “As questões estão intrinsecamente conectadas”, disse. Uma violação ocorre dentro de um território. Sendo assim, pode atingir as pessoas indiretamente ou diretamente, como aconteceu na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, em 1982, quando o governo autorizou a instalação de um aterro para depósito da substância tóxica, plychlorinated-biphenyl (PCB), cancerígena, na comunidade de Warren County, formada predominantemente por negros.

Esse caso provocou manifestações e muitas pessoas foram presas, entre elas o reverendo Benjamin Chavis, um dos líderes do Movimento por Justiça Ambiental, que começou a se consolidar nesse período. Episódios semelhantes foram descobertos em diversos locais, inclusive fora dos Estados Unidos. A sequência de crimes ambientais que atingiam diretamente negros de periferias deu origem, então, ao termo “racismo ambiental”, cunhado pelo sociólogo Robert Bullard. No Brasil, segundo Michèle, não só os negros são afetados, mas os pobres em geral. Foicriada então, no país, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental que a educadora integra desde a fundação.

Para Michèle, um crime ambiental brasileiro é a implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em construção no rio Xingu, na cidade de Altamira, no Pará, e que irá fazer com que diversos povos ribeirinhos e indígenas saiam de suas terras, além de provocar diversas outras transformações ambientais. Ela enfatizou, porém, que Belo Monte é um crime autorizado. “Nosso maior agressor é o próprio Estado”, se manifestou.

Quem encaminhou o nome de Michèle como sugestão para compor a Comissão foi o Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT-MT), que publicou recentemente seu relatório. Para participar da Comissão, foi necessário o cumprimento de uma série de pré-requisitos. A seleção realizada pela Plataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Plataforma Dhesca) contou com critérios como postura ética, conhecimento de línguas estrangeiras e história de atuação da pessoa em prol dos direitos humanos.  Além disso, foi necessário encaminhar currículo e um projeto que poderá ser desenvolvido na Comissão.

No projeto enviado pela professora, ela tomou como base produções de duas orientandas. Uma de Regina Silva, que mapeou grupos sociais em Mato Grosso e possibilitou o conhecimento sobre alguns pouco conhecidos, como os morroquianos, por exemplo, que vivem no morro, perto do Pantanal de Cáceres. A outra pesquisadora é Michelle Jaber. Ela trabalhou os tipos de conflitos vividos por essas comunidades. Agora, Michele propõe à Plataforma Dhesca realizar o mapeamento dos grupos vulneráveis em todo o país e também verificar os tipos de conflitos que eles enfrentam.

Segundo Michele, em Mato Grosso a principal questão é a disputa pela terra. “É garimpo, é fazendeiro invadindo unidade de conservação, terra indígena”, afirma. Outros grandes problemas são as queimadas e a disputa pela água que, segundo ela, num prazo de cinco ou seis anos, será pior do que o conflito pela terra, tanto no Brasil quanto no resto do mundo. “Os aqüíferos estão todos contaminados”, disse.

Perfil 


Paulistana do bairro Butantã, a formação da professora Michèle não está direcionada a uma área específica, mas sim a cursos que, na sua avaliação, se complementam numa busca por melhorar o mundo. Por conta do amor à natureza, fez biologia. “Sou daquelas pessoas que fica revoltada quando vê a morte dos golfinhos, das baleias. Fico chateada, choro”, disse.

A militância começou cedo na vida da cientista. Ela fundou um grêmio no ensino médio, ingressou no movimento estudantil e, ao se tornar professora, fez parte da diretoria do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp). “Essa militância política, ela sempre foi muito viva em mim”, contou.

Depois, concluiu o mestrado em filosofia, uma área que não abandonou nunca. É também doutora em ecologia e pós-doutora em educação. Integra o Grupo de Estudos em Educação Ambiental, do programa de pós-graduação em Educação da UFMT e é bolsista de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além disso, faz trabalhos artísticos e, inclusive, os integra à produção acadêmica.

Luta política e intelectual

A professora Michèle Sato não separa o trabalho acadêmico das lutas. Sua pesquisa na UFMT está muito associada aos projetos de extensão feitos em comunidades. A postura que fez dela referência, no entanto, também trouxe momentos difíceis. Ela já foi ameaçada de morte duas vezes.

De acordo com Michèle Sato, esses acontecimentos não farão com que ela se cale: “Continuo falando na imprensa, continuo militando, continuo defendendo. Essa é minha obrigação. Acho que eu nasci para isso”.

Além das ameaças, Michèle disse que há muita crítica na academia. “Se você fizer é criticada, se não fizer é criticada”. Ela afirmou também que ainda existe uma visão de que a ciência tem que ter o distanciamento, isto é, olhar o objeto da pesquisa sem se envolver com ele. Para Michèle, no campo das ciências humanas isso já está transformado: “a gente já consegue fazer essas pesquisas apaixonadamente felizes. Acho que isso está sendo possibilitado. Agora, isso é alvo de críticas porque tudo o que você faz tentando inovar você bagunça o que está estabelecido, o tradicional. Então, obviamente, as pessoas se sentem incomodadas. Mas eu acho que esse é meu papel também”. 


Educação Ambiental e Meio Ambiente 


Os termos “meio ambiente” e “educação ambiental” são comumente utilizados sem entendimento mais preciso. De acordo com a professora Michèle Sato, “meio ambiente” é mais genérico, pode ter significados diferentes de acordo com a experiência de cada um: “O jornalista pode ver o meio ambiente como uma pauta cheia de notícias, o sociólogo vai acreditar que todas as relações sociais que se estabeleceram estavam na dependência da mais valia do Karl Marx, o arquiteto vai falar que a obra depende do ambiente, o biólogo vai querer cuidar do passarinho, da cachoeira, do rio porque a natureza é bonita”.

Já o conceito de Educação Ambiental contempla a conservação do meio ambiente por um processo educativo, o que inclui as pessoas conviverem com o ambiente e se respeitarem – é aí que entram os direitos humanos. Michèle Sato lembrou que no estado o fórum é de Direitos Humanos e “da Terra”, o que ela propôs. “Essa é a guinada bonita. Não é só de humano. O planeta está precisando de cuidado também. Então a gente cuida das pessoas, mas cuida do planeta também”. Michèle explicou que justamente pelo entendimento de que as dimensões sociedade e natureza estão sempre juntas é que se busca o diálogo e a justiça ambiental. “Quando vejo uma injustiça humana eu fico super triste e revoltada também. E aí a necessidade de a gente sempre casar essas coisas. O mundo na verdade é todo interligado. A gente que separou”.

Para saber mais sobre Michèle Tomoko Sato clique aqui e acesse trabalhos de seus orientandos no link.

‘Yearning for a more beautiful world’: Pre-Raphaelite and Symbolist works from the collection of Isabel Goldsmith

https://www.christies.com/features/pre-raphaelite-works-owned-by-isabel-goldsmith-12365-3.aspx?sc_lang=en&cid=EM_EMLcontent04144C16Secti...