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Thursday, 23 April 2015

The Son of Man in Popular Culture

genealogy of style
https://thegenealogyofstyle.wordpress.com/2015/04/23/the-son-of-man-in-popular-culture/


The Son of Man in Popular Culture

 
 
 
 
 
 
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The Holy Mountain (Alejandro Jodorowsky, 1973) movie poster

 
René Magritte‘s The Son of Man appears in Alejandro Jodorowsky’s film The Holy Mountain, on a wall in the house of Jupiter. The film was produced by Beatles manager Allen Klein of ABKCO Music and Records, after Jodorowsky scored an underground phenomenon with El Topo (The Mole) and the acclaim of both John Lennon and George Harrison (Lennon and Yoko Ono put up production money).

 
Robin Williams in Toys (Barry Levinson, 1992).
The set design, costumes, and promotional poster reflect the painting’s style.

 
A parody of the painting, with Bart behind the floating apple, can be seen briefly at the start of The Simpsons episode No. 86  Treehouse of Horror IV (1993)

 
The painting appears briefly on the video for Michael Jackson and Janet Jackson’s song Scream , on the “Gallery” section:

 
Still from Michael Jackson and Janet Jackson’s Scream music video (Mark Romanek, 1995)

 
The Thomas Crown Affair (John McTiernan, 1999)

 
The Son of Man appears several times in the 1999 version of The Thomas Crown Affair, especially in the final robbery scenes when men wearing bowler hats and trench coats carry briefcases throughout the museum to cover Crown’s movements and confuse the security team.

 
Stranger Than Fiction (Marc Forster, 2006)

 
This is not an Apple, illustration by John Cox, 2007

 
In the film Mr Magorium’s Wonder Emporium (Zach Helm, 2007), the painting is seen hanging on the wall half finished; at the end of the film Mr Magorium is seen to be painting the rest of it.

 
This painting also shows up at the end of the film Bronson (Nicolas Winding Refn, 2008). British prisoner Charlie Bronson takes a hostage and turns him into this particular portrait

 
 In the movie 500 Days of Summer (Marc Webb, 2009), the bowler hat and green apple can be seen in Summer’s apartment

 
The cover of the book Rubies in the Orchard: How to Uncover the Hidden Gems in Your Business (2009) has a version of the painting, with a pomegranate

 
In Jimmy Liao’s illustrated book Starry Starry Night (2011), the protagonist girl, with the painting illustrated behind her, imitates the painting to express her protest against her parents’ long term fighting.

 
In Gary Braunbeck’s novel Keepers (2005), the antagonist figures (the “Keepers” of the title) resemble the nattily-dressed, bowler-hatted figures of Magritte’s painting. Also, in the opening scene of the book, the reference is directly made and explained to this resemblance because of an apple-scented car air freshener printed with the image of the painting hanging in the protagonist’s car.
In Lev Grossman’s 2009 novel The Magicians the antagonist is a man wearing a suit, with his face obscured by a leafed branch suspended in midair.

Monday, 19 January 2015

Produção literária das periferias de SP é discutida em Paris e Oxford

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http://www.brasildefato.com.br/node/30987




Produção literária das periferias de SP é discutida em Paris e Oxford

Fora do Eixo
Movimento crescente de saraus e seu contexto social serão tema em mesa de debate durante o IV Colóquio Internacional sobre Literatura Brasileira Contemporânea
13/01/2014
Por Simone Freire,
De São Paulo (SP)
Dezenas de pesquisadores de instituições acadêmicas da América Latina, América do Norte e Europa estarão reunidos em Paris (França) e em Oxford (Inglaterra) para participarem do IV Colóquio Internacional sobre Literatura Brasileira Contemporânea. Em movimento crescente nas periferias brasileiras, a representação social e a produção literária dos saraus terão espaço garantido na edição.
 
Participação da escritora Tula Pilar, na Feira de Livros de Buenos Aires.
Foto: Lucas Amaral de Oliveira
O colóquio tem início nesta quarta-feira (14), na capital francesa, e segue a partir do dia 19, em Oxford. Ele pretende discutir as obras da literatura brasileira produzidas a partir de 2000. O recorte cronológico condiz com o momento de amadurecimento e expansão de saraus e, consequentemente, da produção literária nas periferias do país, especialmente em São Paulo.
Embora majoritariamente formado por acadêmicos, a discussão da produção cultural na periferia ficará a cargo do escritor Michel Yakini, co-fundador do Sarau Elo da Corrente, realizado em Pirituba, Zona Oeste da capital paulista. Na quinta-feira (15), ele coordena a mesa “Literatura marginal/periférica: páginas, versos e vozes de um movimento”, na qual discutirá um panorama de toda esta efervescência, além de refletir sobre sua consolidação a partir do cenário cultural e social.
Em atividades organizadas pelos pesquisados do colóquio, a produção periférica nunca passou despercebida. No entanto, fazer a interlocução entre quem pensa e quem faz a literatura nas periferias é um dos pontos exaltados por uma das organizadoras da atividade neste ano, a professora titular de literatura brasileira da Universidade de Brasília (UnB), Regina Dalcastagnè.
“Como analisamos essa produção do lado de fora da periferia, alguns até do lado de fora do país, é essencial ouvir o que pensa quem está dentro. Tenho certeza de que esse diálogo será muito produtivo para o nosso trabalho, e espero que ele se amplie cada vez mais”, diz.
Hoje, apenas na cidade de São Paulo, segundo estatísticas de aparelhos culturais, há, pelo menos, 100 saraus distribuídos pela cidade, que interferem no cotidiano de suas comunidades e arredores, além de produzir e inovar esteticamente a forma de fazer literatura no Brasil. Para Regina, “há uma demanda muito grande de informação e de reflexão sobre essa produção que, acredito, é o que há de mais instigante em termos literários no Brasil hoje”.
 
 
Escritores da periferia na Feira de Livros de Zócalo, no México.
Foto: Arquivo Pessoal
O número de pessoas interessadas e de pesquisadores que tem se debruçado pela produção da literatura nas periferias de São Paulo é crescente não só no Brasil, mas no exterior. Prova disso, destaca o escritor Michel Yakini, são as participações, no ano passado, de escritores paulistas durante a 40° Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, na Argentina; e na 21ª edição da Feira Internacional de Livros em Zócalo, o centro histórico e marco zero da Cidade do México.
Em ambos os momentos os poetas puderam conhecer projetos culturais de bairros afastados do centro e fazer um intercâmbio com as experiências de projetos culturais em cada país. “Há alguns anos era praticamente nula nossa produção nesses espaços e o reconhecimento tem crescido”, destaca Yakini.
No entanto, o escritor avalia que tamanha efervescência pode trazer distorções e oportunidades de interlocução como as proporcionadas pelo colóquio são essenciais. “O que me preocupa são alguns enfoques que desviam o olhar sobre nossa literatura e destacam somente nosso fazer social, ativista, como que se justificasse a produção artística pela ação comunitária e coletiva. Todo esse fazer é importante e deve ser valorizado, mas é fundamental discutir as obras que produzimos, os textos, a trajetória e o fazer criativo de cada autor e autora”, avalia.

‘Yearning for a more beautiful world’: Pre-Raphaelite and Symbolist works from the collection of Isabel Goldsmith

https://www.christies.com/features/pre-raphaelite-works-owned-by-isabel-goldsmith-12365-3.aspx?sc_lang=en&cid=EM_EMLcontent04144C16Secti...