Saturday, 18 November 2017

Final Piece of Lost Magritte Painting Discovered after 85 Years


https://www.artsy.net/article/artsy-editorial-final-piece-lost-magritte-painting-discovered-85-years
Final Piece of Lost Magritte Painting Discovered after 85 Years
By Isaac Kaplan
Nov 15, 2017 6:28 pm
René Magritte, The Enchanted Pose, 1927. © Succession René Magritte. Courtesy of SABAM © ULiège.
René Magritte, The Enchanted Pose, 1927. © Succession René Magritte. Courtesy of SABAM © ULiège.
Eighty-five years after it went missing, a lost painting by Surrealist artist René Magritte has been found—in pieces, that is.
On Tuesday, the Royal Museums of Fine Arts of Belgium (RMFAB) announced that researchers have discovered the fourth and final section of Magritte’s 1927 work The Enchanted Pose. X-ray imaging revealed that the artist had painted over it to create a later work, God is not a Saint (1935–36), today owned by the Magritte Museum in Brussels.
Missing since 1932, The Enchanted Pose—which depicts two nude women leaning against broken pedestals—was pictured in the artist’s 1992 catalogue raisonné. The black-and-white photo of the painting is accompanied by an entry that reads: “Whereabouts unknown [...] probably destroyed.” A penny-pinching Magritte is suspected to have cut the work into four parts and painted over it in an effort to re-use canvas and save money.
Courtesy of the University of Liége and Royal Museums of Fine Arts of Belgium.
Courtesy of the University of Liége and Royal Museums of Fine Arts of Belgium.
This discovery marks the conclusion of a years-long search for the painting. The first piece was discovered in 2013, when Magritte’s The Portrait (1935) underwent conservation work at New York’s Museum of Modern Art. Conservators noticed the artwork’s edges were painted (atypical for Magritte) and decided to X-ray the painting, ultimately discovering the upper-left section of The Enchanted Pose underneath.
The same team later investigated Magritte’s The Red Model (1935), in the collection of Moderna Museet in Stockholm, and found another portion of the lost paintingThen, in 2016, conservator Alice Tavares da Silva discovered the lower-right quarter of The Enchanted Pose painted beneath La Condition humaine (1935), a work in the collection of the Norfolk Museums Service.
This latest discovery, which completes the art-historical jigsaw puzzle, was made under the auspices of “Magritte on practice,” a collaborative research project launched in 2016 by the Royal Museums of Fine Arts of Belgium and the European Centre of Archaeometry of the University of Liège. Described as a “systematic study” of the Magritte Museum’s collection, the project is deploying “a whole arsenal of non-invasive physicochemical analysis and scientific imaging” to probe the physical condition of the works. In the case of God is not a Saint, researchers employed an X-ray technique that revealed the upper right-hand corner of The Enchanted Posebeneath the visible layers of paint.
Courtesy of the University of Liége and Royal Museums of Fine Arts of Belgium.
Courtesy of the University of Liége and Royal Museums of Fine Arts of Belgium.
René Magritte, God is not a Saint, 1935-36. © 2017, Succession René Magritte. Courtesy of SABAM.
René Magritte, God is not a Saint, 1935-36. © 2017, Succession René Magritte. Courtesy of SABAM.
While all four fragments of The Enchanted Pose are now accounted for, the work can only be digitally reconstructed. Physically restoring the completely painted-over artwork “is absolutely impossible,” da Silva told Artsy last year. “You would end up destroying one or both.” And given that Magritte purposefully painted over The Enchanted Pose, it seems as though he never wanted it to hang on a museum wall, even if technology allowed it.
But that doesn’t mean there won’t be more discoveries in the future. “If we have the opportunity to continue this research, it is reasonable to expect that more of Magritte’s missing paintings will surface,” Francisca Vandepitte, a curator in the modern art department at the RMFAB, said in a statement.
This significant art-historical discovery came one day after a major market moment for the artist. Magritte’s L’empire des Lumières (1949) shattered the artist’s market record Monday night at Christie’s, selling for a whopping $20.5 million with fees.
The new owners might consider giving it an X-ray.
Isaac Kaplan is an Associate Editor at Artsy.

ceci nest pas un assassin

http://cecinestpasunassassin.myartsonline.com/
HUGO AGUIAR









































 

Friday, 17 November 2017

Herdemos Clarice

Herdemos ClariceA escritora Clarice Lispector (Foto Acervo Revista Manchete)
1

Tive dois encontros com Clarice Lispector; dois, com o que se chama seu corpo, esse que escapa, mas que a gente vê encontrar-se ali e próximo e, no caso, de modo inacreditável; nomeio tal de: a pessoa Clarice; mas com o corpo literal-matéria-escrita-obra-arte-saber e voz secreta, ou seja, como o fantasma-bom-fantasma de Clarice, desde talvez os 15 anos até a minha morte, pois como ela disse, repito: também eu “estou falando do túmulo”; estamos no túmulo-Brasil, onde houve a glória Clarice.
[Um sonho: como era forte o calor, dormi despido; em um instante que não saberia dizer qual, entra no quarto mulher branca e alta e de olhos orientais; mas estou nu, eu digo puxando algo que me proteja daqueles olhos e daquela boca; ela não se senta, abre a janela; sobre o parapeito largo da casa debruça-se; tenho, moça, menos de dezassete anos, como escrevem os portugueses, e ainda sei pouco o que dizer ou fazer nu ou vestido diante de uma estrangeira imagem como a sua e bem aqui e junto demais; não quero morrer ainda, não quero morrer agora; não se pode morrer, Clarice (eu gritei o nome dela!), sem ter vivido alguma coisa forte ou rara, mesmo que seja em livros, como o fez dona Bovary; acordo em susto; Clarice no sonho perguntou não te pediram para escrever sobre nós e você somente sabe dormir; eu disse: cansei de ser seu cavalo, irei ali relinchar; acordei de novo; acordei com Clarice docemente a balançar um berço enquanto fumava distante distante distante; depois ela disse com severidade vá vestir-se, e escreva: obedeci].
Talvez tivesse eu uns quinze anos quando me deparei com algum texto escrito por uma certa Clarice Lispector; por mais que queira não consigo lembrar-me de qual texto: todos os textos de Clarice vão e voltam diferidos em modos de escrita vários (ela faz isso) e vão e voltam no escuro em mim e isso ainda insistentemente depois que colhi frases da obra total, no que resultaram dois livros; não sei se primeiramente o impacto de a ler ocorreu na escola ou em contato com ela-em-escrita, em alguma revista Senhor; nessa época, preciso dizer, já me julgava como tendo um destino de homem-que-escreve; aos nove, uns cem mil poemimhas em cem mil papeizinhos (Clarice escreveu sobre trilhões de) que me perseguiram até o facebook, minha atual gaveta-de-retalhos pública; pois então: li, chamemos assim, algo de Clarice que bombardeou minha ideia de escrita e minha ideia de como dizer algo sobre algo para alguém que não existe senão na necessidade de se criar alguém para ter a quem dizer algo, e algo que traga em si justamente aquilo que está fora do algo dito, pois o algo dito tem como meta ilusória preparar uma frase que se encharque de pensamento e de vida ou, como mais tarde quis chamar, apenas de pensamento pós-filosófico: Clarice é nossa pós-filósofa, e não há outra ou outro ainda, ainda não há; desde ali e adiante; a cada ida a ela-escrita, abalava-se toda minha ideia de sensação e de viver: sou de Clarice um invento, como se um trabalho de arte visual contemporânea por aí e por aqui me exponho.
Até encontrar Clarice-texto, àquela época lia todo Machado de Assis, a quem muito adoro; ele, Machado, consistia no ponto mais alto que se poderia atingir em arte da escrita, e consiste; li coisas outras de autores diversos e fui então de susto em susto e estarrecido conhecendo muitos outros textos dela, Clarice; como precisei de dinheiro (eu queria moedas minhas para libertar-me no campo do amar homens sem dívidas maiores com pais), cedo dei-me à docência; primeiramente aulas particulares de língua portuguesa, depois de literatura; posso dizer que literatura em certo sentido passou a ser sem cessar aulas para mim aulas de/com/por/sobre Clarice; tornou-se ela a móvel régua teórica do ‘para que serve escrever? para bem-existir’; os livros seus eram todos eles provenientes de minha máquina-de-aulas; entrei com eles para a Universidade onde conheci a mestra total, Diva Vasconcellos da Rocha; essa mulher eterna, professora de Teoria Literária, tinha seus pés em pensamentos filosóficos hermenêuticos em que reinava o Senhor Heidegger; disse-lhe eu, bem tolinho, que gostaria de entender o estruturalismo pois dele ouvia falar e somente em minha mestra Diva eu confiava; Diva decidiu por muito me amar dedicar-se ao método estutural, escolhendo uma obra de Clarice: esquecer jamais esqueço de Diva falando sobre Clarice com misturas de esquemas linguísticos e esquemas vivenciais: levam-me as duas mestras aos céus.
Clarice, eu vi com Diva, não somente intuía como dominava como poucos a literatura moderna em sentido ampliado do Brasil, assim como dominava de forma absoluta o sistema do fazer compositivo, era e é Clarice a dona da frase entendida e usada como matéria física do pensar a alma, a alma desde que saibamos o que guarda essa palavra; pensar a alma, pensar a graça.
Eis o primeiro ver a pessoa de Clarice: quatro alunos meus em curso de pré-vestibular, quatro alunos mais atevidos do que o professor, telefonaram para Clarice, que já se tinha tornado uma espécie raríssima de matéria-dispositivo-arma obrigatória em minhas aulas-vidas, como disse; depois de insistências, soube mais tarde, conseguiram o sim, o sim de Clarice para encontro em sua casa, e para aquela noite! Em desespero telefonaram-me e disseram que eu teria de acompanhá-los: eu era tão menino quanto os quatro meninos, e achava que aproximação com o que é forte demais exige obter mais créditos na ordem do sagrado; eu não queria ir, tive pavor do convite (tenho pavor de convites: um acontecimento a nos prender ao futuro!), por isso vi-me subindo às tontas, com eles, ao apartamento do Leme onde hoje habita a ardente Zezé Motta; nesse mesmo dia, creio sempre que, embora se conhecessem, antes jamais foram ali, seguiram conosco os, para nós, desconhecidos Affonso Romano de Sant’Anna e sua amada Marina Colasanti; esses dois escritores, Affonso e Marina, estavam apreensivos, mas conseguiam ser meigos e sorridentes para os meninos, uma inesperada companhia.
Abriu-se a porta; Clarice de pé não riu, encaminhou-se para o sofá, o cachorro Ulisses estava ali (sabíamos dele, do cachorro, e de muito da vida de Clarice por acompanharmos suas “crônicas” no Jornal do Brasil); não sei como batia meu coração se é que meu coração batia, a boca seca, como de costume seca; Clarice era de fato bela, altiva, doadora de alguma coisa que todos víamos que estava a nos ser doada; não havia assunto, eu creio; não me recordo se tomamos café ou água; eu, eu em hipnose, em respeitosa hipnose quietíssimo; Clarice não deu especial atenção a ninguém; a sala era simples, nenhum luxo e nenhuma coisa que nos chamasse para, embora bem se visse a tela com seu retrato feita por Chirico; o encontro, com mínimas falas e de que não bem me recordo, hoje em mim se move como se em um devaneio: sei com certeza apenas que, em bem pouco tempo de estada nossa naquela sala, Clarice bruscamente disse: “quero que vocês saiam, estou muito cansada”: saímos.
[Um sonho: a mesma mulher branca e alta e de olhos intensivos e de certo modo duros entra no quarto e diz-me: não gostei de seu jeito de narrar nosso começo corpóreo; levantei-me, ofereci-lhe um cigarro e com coragem respondi: “é que não tenho memória, tanto quanto você não gosto de casos e até de sensações esqueço tão logo infiltradas em algum ponto do corpo”; e disse eu ainda: “de mais a mais, eu olhei para você naquele dia mas você olhou para o longe: você, Clarice-pessoa, você gera elos que, com verdade-verdade, não podem ser grafados; “deixe então assim, vou fumar”, ela disse; respirei]
Em curso para escritores na PUC-Rio, Clarice (meu segundo cara a cara com o corpo dito pessoa de Clarice) apareceu a convite de Silviano Santiago e afirmou que tinha vindo para declarar que “se puderem, escapem todos vocês do escrever”; após a frase, senti como se sobre meus olhos ela tivesse posto imaginárias vendas; diante de Clarice, eu cego estou cego, estou cego; senti com o faro de um vendado que na sala os outros igualmente não a podiam ver (“ninguém vê o ovo”; “quem imitasse Cristo estaria perdido, perdido na luz”): muita luz-Clarice: não a víamos; preciso parar! Sei que Clarice tentaria outra porta, imaginaria um estado de proximidade entre duas pessoas que fosse inesquecível e cheio de tremores em algum instante de passagem, indo do comum ao extraordinário e voltando ao comum que nos acolhe quando em retorno de vida rasurada; todo esforço seu está em dar o abismo e dar o terreno humano; desculpe-me, Clarice: nem abismo, nem terreno posso oferecer, mas sim vida que não para, não para, estou cansado! Envelheci mais do que você e o que conta para que eu saia menos inquieto destas linhas é dizer que com você, Clarice, aprendi quase tudo, aprendi que (a) não nos devemos deixar devorar; (b) isso é exatamente isso e não adianta querer enfeitar o isso: a secura do isso nutre o isso; (c) abandonar é crime a ser punido, pois envolve desleixo existencial, mas desistir, desistir somente depois de se ter atravessado o deserto: desistir não se faz a qualquer hora e não é para qualquer um: desistir exige a ida a poderes sacros; (d) sejam dadas mil aleluias ao já; (e) não se pode ir a alguma coisa pensando no que já se viveu, tal gesto vem de fome pequena e histórica, tal gesto estraga a delícia do inaugural; (f) não se pode ir a alguma coisa pensando no que se vai fazer com a coisa no futuro: tal gesto nasce de uma esperança fraca, portanto é fraco; (g) precisamos com urgência da saúde do ato e (h) nessas horas de chumbo e fraqueza na pólis, saibamos exercer e ampliar toda nossa fabulosa e guerreira herança de forças de insurreição.
[Um sonho: eu vos decepciono, um senhor disse à senhora, aquela que tantas vezes frequentou o dentro do quarto; a senhora estava leve, falou que se “deveria utilizar a humildade como técnica”, e então os dois riram, pois no dito vive o mais, e o aquém].

ROBERTO CORRÊA DOS SANTOS é doutor em Semiologia pela UFRJ, professor de Estética e de Teoria da Arte da UERJ e organizador de As palavras de Clarice Lispector (Rocco)

Saturday, 21 October 2017

Café gourmet

https://www.graogourmet.com/blog/contos-cafeinados-michele/?mc_cid=2c24860a74&mc_eid=fdd25506eb

O conto de hoje foi enviado por uma assinante do Grão Gourmet, que, além de professora, é poeta 😉

Café gourmet

Contos cafeinados Michèle Sato

– Rúbia está demorando… O que será que houve?
Pensava Oliver, preocupado com a demora de sua esposa. O céu iniciava sua metamorfose, nos ventos fortes que traziam as nuvens carregadas. A possível chuva que era tão bem-vinda, de repente tomou a forma de um obstáculo frente a ausência da mulher daquela pequena casa.
Eles moravam longe dos aglomerados urbanos, por escolha própria de quem queria mais bem-viver. Uma casa modesta, com suficientes coisas, objetos ou utilidades que os faziam felizes, sem necessidade das compras compulsivas, possivelmente responsáveis pelas grandes mudanças civilizatórias. As nuvens que lá surgiam eram como a tela do René Magritte, inspiravam a vida com toque de arte e poesia.
Mas Rúbia demorava. O celular não chamava, embora ele tivesse feito a tentativa de ligar, de enviar mensagens, e de entrar em contato. Mas era um lugar sem muito acesso à internet, especialmente quando havia ameaças de chuvas. Sem muito o que fazer, ligou o fogão e aqueceu a água. No ritual cotidiano, pegou o café e só então a memória veio povoar o momento.
O aroma aveludado entrava nas narinas como labirintos pretéritos, recheados de ações que tinham ocorrido, contudo havia uma projeção do futuro. Reviver a memória, de fato era uma redescoberta, um novo momento de olhar para a frente, enfeitando o horizonte futuro. Ali brincando com a memória, descobriu que as nuvens se desmanchavam em chuvas torrenciais, obrigando-o a fechar as portas e janelas. Com a casa fechada, parecia que a fragrância do café brincava com a memória de forma mais intensiva. As pequenas fumaças de vapor dançavam no ar, ao som do barulho das chuvas. E o aveludado sabor daquele café trazia também o cheiro de vida.
Oliver estava embalado pelo perfume do café, vendo as danças das fumacinhas bailarinas, degustando um sabor que misturava lembranças passadas com planos do amanhã. A magia do café se explodia nas texturas da vida e ele não sabe quanto tempo ficou assim meio embriagado, entre as saudades pretéritas e as esperanças do amanhã.
Michèle Sato – Professora da UFMT e poeta
PS: o desfecho do conto é por conta (e risco) de cada leitor.
Se você também tem uma história bacana sobre café e gostaria de vê-la publicada, mande seu conto para contato@graogourmet.com.

Monday, 11 September 2017

V Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente

V Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente V CIJMA
Vamos cuidar do Brasil cuidando das águas
http://portal.mec.gov.br/pnaes/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/17455-conferencia-infanto-juvenil-pelo-meio-ambiente-novo

folder

Em MT, aos cuidados de Déborah Moreira:
65 3615 8443


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OUTRAS INFORMAÇÕES
Ministério da Educação - MEC
http://portal.mec.gov.br/pnaes/194-secretarias-112877938/secad-educacao-continuada-223369541/17455-conferencia-infanto-juvenil-pelo-meio-ambiente-novo

ver histórico em:
http://conferenciainfanto.mec.gov.br/


Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente

    Objetivo:
    O objetivo da Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) é pedagógico e busca apoiar as Secretarias Estaduais, Municipais e Distrital de Educação na promoção da participação social. Incentiva a mobilização e a ação sobre a dimensão política e social da questão ambiental, bem como a sua inserção e apropriação pelos sistemas de ensino nas dimensões de gestão, currículo e infraestrutura das unidades escolares.
    Ações:
    • Realização das etapas preparatórias para a Conferência Nacional, que incluem a formação de professores e conferências nas escolas do ensino fundamental.
    • Disponibilizar materiais de referência para todas as escolas de ensino fundamental a fim de subsidiar o processo de debate e mobilização dos(as) estudantes nas etapas da CNIJMA;
    Como Acessar:
    As Secretarias de Educação dos Estados e Distrito Federal devem, aguardar convocação da CNIJMA pelo Ministério da Educação e incluir esta ação no Plano de Ações Articuladas Estadual (PAR) para apoio a realização das conferências.

    Documentos:
    • Relatório Final da I Conferência Infanto- juvenil pelo Meio Ambiente, 2003;